



No GPEBio, a pesquisa nasce da ciência e se realiza em vidas transformadas.
Pesquisas

Tratamento Pós-AVC
Órtese Dinâmica
A pesquisa em órtese mecânica dedica-se ao desenvolvimento de um dispositivo assistivo específico voltado para a reabilitação de pacientes com limitações motoras decorrentes de um Acidente Vascular Cerebral (AVC).
Combinando princípios de biomecânica e engenharia, o projeto foca em oferecer um suporte dinâmico que atua diretamente na facilitação dos movimentos e na estimulação da plasticidade neural do membro afetado. Ao alinhar engenharia de materiais e ergonomia, o dispositivo busca corrigir padrões motores e compensar funções comprometidas, promovendo maior autonomia nas atividades diárias e impulsionando a qualidade de vida e a independência funcional do paciente.

Doenças Neurodegenerativas
Órtese Dinâmica
Com foco no enfrentamento de patologias neurodegenerativas, esta investigação científica projeta um aparato tecnológico sob medida para mitigar a perda progressiva das funções motoras. Através da fusão entre a engenharia de precisão e a análise do movimento humano, a proposta introduz um mecanismo ativo capaz de gerenciar a rigidez muscular, tremores e a fadiga acentuada.
A tecnologia atua como um elemento de estabilização e facilitação mecânica que acompanha o avanço da condição do usuário, otimizando o aproveitamento de sua força residual. O objetivo central é preservar ao máximo a capacidade funcional nas rotinas cotidianas, reduzindo a dependência externa e garantindo dignidade ao paciente.

Mobilidade Assistida
Atuador Segmentado
Foco no desenvolvimento de uma tecnologia de propulsão e movimento altamente adaptativa, voltada para potencializar dispositivos de mobilidade assistida e reabilitação funcional.
A engenharia desses atuadores foca em fornecer uma distribuição dinâmica de forças que imita a complexidade do sistema musculoesquelético humano. O componente permite que exoesqueletos, próteses e tecnologias assistivas executem trajetórias fluidas e morfologicamente compatíveis com o corpo. Como resultado, a aplicação de atuadores segmentados impulsiona o desenvolvimento de dispositivos mais leves, ergonômicos e responsivos, promovendo maior autonomia, independência funcional e qualidade de vida para indivíduos com variados graus de restrição de mobilidade.
